Terça-feira, 3 de Agosto de 2010
APELO DA ANIMAL

 

Quinta-Feira, dia 5 de Agosto, a partir das 20h, no Campo Pequeno

Não Falte a mais Este Protesto contra as Touradas e Pelos Direitos dos Animais

 


Depois de, numa decisão histórica do Parlamento da Catalunha, as touradas terem sido proibidas nessa região (com efeito a partir de 2012), muitas têm sido as manifestações de apoio a esta proibição, quer em Espanha, quer noutros países que ainda mantém esta vil prática, e muitas também são as iniciativas legislativas que se estão agora a tentar implementar noutras regiões de Espanha, e em França. A ANIMAL não será excepção, e dedicará o protesto da próxima quinta-feira à vitória na Catalunha.

Se quiser fazer parte da encenação que a ANIMAL está a preparar para este protesto, queira, por favor, contactar-nos para campanhas@animal.org.pt, para que lhe possamos dar todas as indicações necessárias.


 


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Terça-feira, 20 de Abril de 2010
PELO DIREITO DE SER SENSIENTE

Marcha-Protesto do Passado dia 10 de Abril
 marcha protesto pelos animais Lisboa
 
A Marcha-Protesto em defesa dos animais, que teve lugar no passado sábado, dia 10 de Abril, e cuja concepção e organização estiveram a cargo da ANIMAL, pode contar com o importante apoio, divulgação e adesão de várias dezenas de Associações de Protecção dos Animais Nacionais, de Grupos formais e informais que se dedicam heroicamente ao apoio a animais individuais e/ou à Protecção dos Animais em geral, de cidadãs/ãos comuns, e, finalmente, de Organizações Internacionais de Defesa dos Animais. Este evento foi, o que até hoje, mais pessoas juntou pela Protecção dos Animais em Portugal, e, com esta adesão – que também se deveu às novas formas de comunicação on-line (as redes sociais) –, provou-se mais uma vez que a preocupação com os animais tem vindo a crescer em Portugal, e que, cada vez mais, as pessoas estão a combater a ideia de que “não vale a pena ir para a rua”.

Depois de ter sido feita a média das contagens efectuadas ao longo do percurso, chegou-se à conclusão de que muito perto de 4 mil pessoas haviam participado nesta manifestação. A maior parte dos órgãos de comunicação social divulgou que estariam mais de 300 pessoas a participar, e, muito embora tenhamos noção de que os números da imprensa raramente correspondem à realidade, a diferença neste caso era tanta, que decidimos pedir, ao abrigo do Direito de Resposta, a reposição dos números reais. Depois de vários contactos que os receptores deste pedido – a Imprensa – encetaram com a ANIMAL, de facto, percebeu-se que, o erro não havia sido da Agência Lusa, mas sim dos outros jornais que utilizaram o seu comunicado. O comunicado original desta agência noticiosa, ao qual a ANIMAL veio a ter acesso durante o dia de hoje, dizia que naquele momento (às 14h30m) estariam já no local da concentração mais de 300 pessoas, e que se esperava que, durante a tarde e até ao final do evento, o número chegasse aos milhares. Esta informação era verdadeira e factual, o problema criou-se quando os jornais a utilizaram e não tiveram o cuidado de a actualizar. Assim, a ANIMAL vem pedir desculpas à Agência Lusa por ter posto em causa a sua seriedade profissional, e continua a aguardar, da parte dos restantes órgãos de imprensa, a publicação dos números reais. Segundo a última informação que tivemos de um destes jornais, o caso terá já a sido encaminhado para o departamento correspondente. Veremos os outros e daremos mais notícias acerca deste assunto, assim se justifique.

 

 

 

(continua)

 


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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
DO BLOG DA ANIMAL

 

 

Decreto-Lei proíbe, com efeitos imediatos, manutenção e uso de Grandes Símios em Circos como contra-ordenação muito grave
 
Portaria proíbe aquisição, incluindo por reprodução, de novos animais selvagens por circos em Portugal, determinando normas que levarão a que, a prazo, manutenção e uso de animais selvagens em Portugal termine
 
Governo Português dá passo legislativo decisivo para estabelecer o princípio do fim dos circos com animais em Portugal
 
No passado dia 3 de Setembro, o Governo Português aprovou o Decreto-Lei n.º 211/2009, que, vindo actualizar a legislação que regulamenta a execução da CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção) em Portugal, define, entre outras normas importantes, uma norma que tem uma importância especial: o n.º 3 do seu artigo 16.º, estabelece que “É proibido o uso em circos, exposições, números com animais e manifestações similares de espécimes vivos de espécies de primatas hominídeos inscritos no anexo A do Regulamento (CE) n.º 338/97, onde se incluem chimpanzés, gorilas e orangotangos”, definindo, mais adiante, na alínea l do n.º 1 do seu artigo 25.º, como contra-ordenação ambiental muito grave, “A utilização em circos, exposições, números com animais e manifestações similares de espécimes vivos de espécies de primatas hominídeos incluídas no anexo A do Regulamento n.º 338/97, em desconformidade com o disposto no n.º 3 do artigo 16.º do presente decreto-lei”.
 
Ontem, o Governo deu mais um importante passo: no âmbito da actualização legislativa a que procedeu com a aprovação do decreto-lei a que acima se alude, o Ministério do Ambiente e o Ministério da Agricultura estabeleceram uma portaria conjunta, a Portaria n.º 1226/2009, de 12 de Outubro, que hoje entra em vigor, que, entre outras medidas, proíbe os circos – assim como as lojas de animais e os privados – de deterem animais de diversas espécies selvagens, de entre as quais se destacam todas as espécies de primatas, cetáceos, canídeos selvagens, felídeos selvagens, ursos, assim como várias espécies de aves, incluindo avestruzes, nandus, emas e pinguins, várias espécies de répteis, incluindo serpentes, tartarugas e crocodilos, e ainda aracnídeos. No entanto, esta portaria prevê que quem detenha animais destas espécies legalmente à data da entrada em vigor deste diploma, pode mantê-los, desde que os registe no ICNB (Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade) no prazo de 90 dias, estando, porém, proibido de adquirir novos animais destas espécies ou de permitir que os animais destas espécies que detenha se reproduzam.
 
As consequências práticas deste decreto-lei e desta portaria são, entre outras, as seguintes:
 
·         A manutenção e o uso de grandes símios – chimpanzés, orangotangos, gorilas e bonobos – em circos, espectáculos e números com animais é imediatamente proibida como contra-ordenação ambiental muito grave, punível com coima, se praticada por pessoa colectiva, de 60.000 a 70.000 euros, em caso de negligência, e de 500.000 a 2.500.000 euros, em caso de dolo;
 
·         Os circos que actualmente detêm legalmente animais de espécies selvagens cuja detenção seja proibida pela portaria que entra hoje em vigor passam a estar obrigados a registá-los junto do ICNB e passam também a estar obrigados a impedir que os mesmos se reproduzam, além de estarem proibidos de adquirir novos animais destas espécies.
 
“Trata-se do princípio do fim do uso de animais em circos em Portugal. Apesar desta ser uma medida legislativa moderada, a ANIMAL entende que a mesma consubstancia um importante primeiro passo legislativo dado pelo Governo Português para, finalmente, corresponder às muitas queixas e denúncias que a ANIMAL, desde o Inverno de 2002 – quando começou a trabalhar mais intensivamente na denúncia e combate ao uso de animais em circos em Portugal – tem exposto vez após vez. O Governo Português tem estado, até aqui, lamentavelmente adormecido relativamente a esta e todas as outras questões da protecção dos animais, mas acreditamos que esta medida legislativa representa um despertar do Governo para a urgência e importância de modernizar, tornar mais justa e mais eficaz a protecção dos animais em Portugal, sendo certo que, ao ter decretado estas medidas, que deixam o uso de animais selvagens em circos com os dias contados, o Governo Português deu um passo inegavelmente importante e louvável, apesar de moderado, pelo que a ANIMAL quer congratular o Governo por estas decisões legislativas, ao mesmo tempo que espera que este decreto-lei e esta portaria sejam também acompanhados de directrizes reforçadas e de mais meios para que as autoridades competentes fiscalizem e apliquem esta nova legislação de forma muito mais rigorosa e exigente do que até aqui tem acontecido”, declarou Rita Silva, Presidente da ANIMAL.
 
Importa salientar que a ANIMAL defende o fim, pela via legislativa, da manutenção e do uso de todos os animais em circos, porque essa é a única decisão legislativa correcta sobre esta matéria. E estas medidas legislativas do Governo não só deixam os animais domésticos de fora, injustamente, como também não protegem no imediato os animais selvagens que presentemente são já detidos pelos circos. É por isso que a ANIMAL continuará a pedir à Assembleia da República, como até aqui tem feito, que vá mais longe, estabelecendo uma lei mais justa, que proíba a manutenção e o uso de animais de espécies domésticas e selvagens em Portugal, estabelecendo também normas programáticas que responsabilizem o Estado pela apreensão e recolocação dos animais dos circos em centros de acolhimento e protecção adequados e seguros para estes, dentro e fora de Portugal.

 


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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
DO BLOGUE DA "ANIMAL"

 

Animais: Criada Rede Nacional de Centros de Recuperação


(Por Lusa. In “Expresso”, 28 de Setembro de 2009,
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/538370)
 
Lisboa, 28 Set (Lusa) - Uma rede nacional de centros de recuperação de fauna foi hoje criada, segundo um diploma que proíbe a exibição ao público dos animais em recuperação e exige a regularização dos actuais centros num prazo de dois anos.
 
A criação desta rede nacional pretende, segundo a portaria 1112/2009, hoje publicada em Diário da República, promover a articulação dos vários centros de recuperação e estabelecer requisitos para o seu funcionamento.
 
A portaria distingue pólos e centros de recuperação, esclarecendo que os primeiros se destinam a um acolhimento por um curto período de tempo (dois dias) e os segundos podem receber e manter os animais com o fim de os recuperar dos danos físicos e comportamentais.

 


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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
FERRAMENTAS E EVOLUÇÃO

 

Evolução: Uso de ferramentas por primatas não-humanos alarga limites da arqueologia
(Por Lusa. In “Público.pt”, 5 de Agosto de 2009,
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1394884)
 
Uma equipa científica de que faz parte uma portuguesa propõe o alargamento da arqueologia ao estudo das ferramentas usadas por primatas não humanos e a criação de uma nova disciplina dedicada à evolução nessa área.
 
Num estudo publicado na revista "Nature", os investigadores consideram que a arqueologia de primatas, a nova disciplina, é essencial para conhecer melhor as origens das tecnologias e da cultura material, e a importância do uso das ferramentas na ordem primatas, disse à Lusa a co-autora Susana Carvalho.
 
A arqueóloga portuguesa está actualmente na Universidade de Cambridge (Reino Unido) a fazer um doutoramento em arqueologia de chimpanzés, tendo para isso estudado a utilização de ferramentas de pedra por estes primatas em Bossou, na República da Guiné, e comparado utensílios simples usados para partir nozes com as primeiras indústrias de pedra conhecidas de hominídeos.
 
"A arqueologia foi sempre vista como a ciência que estuda a cultura material em humanos", disse Susana Carvalho. "Agora, a partir da investigação que decorre na Guiné-Conacri, com chimpanzés, e no Brasil, com macacos capuchinhos, é necessário alargar essa noção de arqueologia a todas as culturas de primatas, investigando o seu uso passado e actual de ferramentas em habitat natural", frisou.
 
É que estes primatas não-humanos deixam para trás um registo arqueológico que, na sua perspectiva, pode ser estudado e escavado com as técnicas arqueológicas clássicas.
 
Segundo o conhecimento actual, as ferramentas humanas mais antigas datam de há 2,6 milhões de anos. Mas não se sabe exactamente quem foram os seus autores devido à coexistência nesse período de vários hominídeos, sendo que o Australopithecus garhi tem vindo a surgir como o mais sério candidato, em detrimento do Homo habilis.
 
Ao estudar o uso de martelos e bigornas pelos chimpanzés, Susana Carvalho acha possível saber como terão surgido as primeiras ferramentas, em que contexto, que pressões selectivas terão levado a isso ou por que razão só algumas espécies as usam. "Os arqueólogos terão agora que pensar em como distinguir no registo arqueológico o legado material de humanos e não-humanos", sublinha a investigadora.
 
Num artigo publicado em Maio do ano passado no "Journal of Human Evolution", Susana Carvalho descreveu a descoberta que fez em Bossou do quebra-nozes de pedra mais complexo construído por chimpanzés.
 
Esse quebra-nozes era constituído por quatro elementos de pedra, um martelo, uma bigorna e dois calços, quando só eram conhecidos instrumentos com três componentes.
 
O estudo publicado na Nature apresenta pela primeira vez um quadro comparativo que permite compreender os contextos biológicos, ambientais e sociais da evolução do comportamento dos primatas, através de análises da produção, utilização e acumulação de ferramentas.
 
Para os investigadores, a selecção de matéria-prima, a distinção das funções das ferramentas, o surgimento da posse e a reutilização preferencial das mesmas ferramentas levantam questões como saber se é possível distinguir entre registos arqueológicos humanos e não-humanos ou se é necessário rever a noção de pré-história baseada no antropocentrismo.
 
Nascida em Leiria em 1973, Susana Carvalho participou neste estudo integrada no Pounding Tool Working Group Research, coordenado por Jack Harris (Rutgers University, Museu Nacional do Quénia e Koobi Fora Field School). Faz também parte da equipa internacional do Primate Research Institute da Universidade de Quioto presente em Bossou e do Centro de Investigação em Antropologia e Saúde da Universidade de Coimbra.

 

 

Do blog da Associação Animal  http://www.animal.org.pt/  

 


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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
PROGRESSOS NO BRASIL

CIRCOS: VITÓRIA DO MOVIMENTO DE DEFESA ANIMAL!

 

 
Foi aprovado há pouco, por unanimidade da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal (CEC), o substitutivo do Projeto de Lei nº 7291/2006, que proíbe o uso de animais em circos.
 
O projeto segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
 
Agradecemos em nome dos animais utilizados em circos a todas as pessoas que se manifestaram a favor da proibição.
 
A mobilização continua. Voltaremos a dar notícias.

 

 


VOCÊ JÁ VIU O NOVO SITE DO INR?
http://www.institutoninarosa.org.br
 


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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009
EVOLUÇÃO COM COMPAIXÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Gala da Festa "Evolução com Compaixão" para assistir no

http://blogdaanimal.blogspot.com/

 

 


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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
ATAVE - A AVICULTURA A NÚ

 

 

"... se podes ver, repara..."


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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008
FIM ÀS TOURADAS EM VIANA DO CASTELO

http://dn.sapo.pt/2008/12/24/cidades/fim_touradas_a_medida_mais_popular.html

 

Porque, apesar de tudo, algumas coisas vão melhorar em 2009...

 

 


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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
FELIZ NATAL PARA TODOS, TODOS VÓS!

Neste Natal não coma o presépio!


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